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Cozinhas e Áreas Gourmets 

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​​​​​​​Projetos Elaborados por nossa equipe de Arquitetos





9 - Elétrica


A cozinha é um espaço que exige uma boa quantidade de pontos de luz, levando-se em conta o grande número de equipamentos eletrônicos necessários ao seu funcionamento. Parte deles exige circuitos independentes, e mesmo os aparelhos menores que não são empregados constantemente, como o liquidificador, torradeira ou batedeira, podem causar sobrecarga, quando ligados ao “benjamim”, provocando curto circuito.


Sobre o tampo da pia deve ser colocada pelo menos uma tomada para cafeteira elétrica, espremedor de frutas ou utensílios menores. Geladeira, forno de microondas, fogão a gás, freezer e exaustor também exigem ponto próprio.


Se a residência dispõe de aquecimento central, pode-se recorrer a ele para esquentar a água da pia. Outra solução são os aquecedores de passagem ou aparelhos individuais de aquecimento.


10 - Revestimento


O conforto e a sensação agradável que a cozinha apresenta dependem muito do aspecto dado pelos revestimentos do piso, forros, armários e paredes. O mercado oferece muitas alternativas, que devem ser pesquisadas, sempre com a orientação de um especialista.


O material do piso deve ser o menos poroso, evitando a fixação de gordura. Os materiais porosos dificultam a conservação. Mármore, granito ou diversos tipos de cerâmica ou azulejos são recomendáveis. A cerâmica vitrificada é uma das opções mais indicadas para o piso. Versatilidade, resistência e durabilidade são as características que garantem fácil manutenção. Uniforme nas cores e com veios realçados, o granito valoriza esteticamente a cozinha, além de permitir limpeza quase tão fácil quanto a cerâmica vitrificada.


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O emborrachado é uma alternativa para pisos antiderrapantes. Sua colocação é fácil, diretamente sobre o cimento ou qualquer outra superfície. Os laminados plásticos adaptam-se bem a esse ambiente e estão disponíveis em diversas cores, com acabamento fosco ou brilhante. Os revestimentos cerâmicos também podem ser utilizados, porém o seu assentamento deve ser cuidadoso, para impedir a formação de lacunas, que com o tempo acabam retendo sujeira e gordura. A pintura à base de epóxi, embora requeira cuidados na execução, é outra possibilidade de acabamento.


A madeira, se usada como acabamento para revestir bancadas e balcões, deve ser impermeabilizada. Contudo, o aço inox ou o granito asseguram maior durabilidade. Cerâmica e azulejos não são indicados para bancadas, pois o uso constante acaba por reter sujeira.


Os armários em alvenaria são práticos e bonitos, mas o revestimento é essencial. As tintas a óleo ou epóxi são mais econômicas. O laminado é o mais usado e indicado em função de sua praticidade. Deve-se evitar estruturas em aglomerado, que, com o tempo, tendem a soltar as dobradiças e puxadores.

10 ERROS MAIS COMUNS AO PLANEJAR A COZINHA


Quando se pensa em uma casa dos sonhos, um dos primeiros ambientes que vêm à mente é a cozinha. Local essencial quando se fala em morar bem, a cozinha é lembrada também como um local de encontro, afeto, alegria e boa comida. No entanto, para que ela seja sempre sinônimo de bons momentos, é necessário prestar atenção em alguns pontos durante o seu planejamento. A seguir, te mostramos os 10 erros mais comuns que possoas como eu e você pode cometer ao planejar a cozinha. Acompanhe!


1 – ESPAÇO SUFICIENTE PARA ABERTURA DE ARMÁRIOS E GAVETAS


É comum sermos levados pelo aspecto estético do projeto e esquecermos de dar atenção a características mais práticas, como o espaço necessário para abrir portas e gavetas. É importante que, quando abertas, ainda exista um espaço para circulação. Então preste atenção nesse detalhe quando foram escolher os armários da sua cozinha!


2 – OPTAR POR UMA COZINHA COM ILHA EM UM ESPAÇO COMPACTO


As cozinhas com ilha são as mais desejadas do universo décor. Seu layout facilita as atividades do dia a dia e ainda ajuda a reunir amigos e família no ambiente, que podem participar ativamente na hora de cozinhar os pratos. No entanto, para que elas sejam bem executadas e utilizadas, é imprescindível que haja ao redor da ilha pelo menos 80 cm de espaço para circulação. Portanto, se a sua cozinha é pequena, é melhor deixar esse modelo de lado.


3 – NÃO PRESTAR ATENÇÃO NA POSIÇÃO DAS TOMADAS, INTERRUPTORES E SIFÃO AO PLANEJAR OS ARMÁRIOS


Este é um dos erros mais comuns. As tomadas devem estar próximas dos eletrodomésticos. Também é aconselhável que existam tomadas próximas à bancada da pia, para o caso de utilização esporádicas de outros eletrodomésticos como torradeiras, batedeiras e liquidificadores.


4 – INTEGRAR A COZINHA COM A SALA E DISPENSAR O USO DE UMA COIFA POTENTE


Com um número cada vez maior de apartamentos com menos de 100 m², é comum que moradores optem por uma cozinha integrada com a sala. A iniciativa é válida, desde que se preste atenção no sistema exaustor que será usado na cozinha. Uma coifa potente é fundamental, já que o eletrodoméstico evita que o cheiro de fritura e gordura se espalhe pela casa. Outro item importante que merece atenção é o material que será usado na bancada que integra sala e cozinha. Ele deve ser resistente a produtos de limpeza e, consequentemente, fácil de limpar. Tudo isso sem deixar o aspecto estético de lado.


5 – ESCOLHER ACABAMENTOS INCOMPATÍVEIS COM AS ATIVIDADES DE UMA COZINHA


É aconselhável que os acabamentos para bancada da cozinha sejam impermeáveis ou recebam um outro acabamento protetor. Isso porque as diversas atividades realizadas no espaço exigem que o material escolhido não seja poroso, frágil e de difícil limpeza.

Materiais como silestone, corian, technistone e marmoglass são alguns dos preferidos atualmente.

Escolher também nas partes úmidas da cozinha MDF ultra também conhecido como compensado naval que previne odores, dá mais durabilidade ao móvel e é resistente a unidade!


6 - Distribuição


Se a área para cozinha é pequena, pode-se condensar o espaço dos componentes essenciais, como pia, bancada, refrigerador e fogão, alinhando-os em uma parede para permitir a circulação. Nesse caso, a pia ficará entre o fogão e o refrigerador, para torná-la equidistante dos outros pontos.​​​​​​​

Nas cozinhas compridas ou estreitas, pode-se ocupar duas paredes, uma em frente à outra, no arranjo dos equipamentos principais.

A alternativa é bem funcional, desde que numa parede fique a bancada com a pia e, na oposta, os outros itens.

Os ambientes em forma de “U” ampliam os espaços, facilitando a locomoção.

Neste caso, a pia deve ser isolada junto à parede adjacente a outras duas, mantendo a área central destinada à circulação, permitindo aumentar o espaço ocupado por armários.

Com o desenho em “L” as áreas são mais bem aproveitadas. Recorre-se às duas partes adjacentes como centros de trabalho, deixando livre o resto do local para a circulação.

É possível também a colocação de armários e a criação de um cantinho para refeições.

Outra solução é a “ilha”, quando o lugar for espaçoso.

Ela pode conter armários, bancadas, ou então formar um grande conjunto com pia, fogão, prateleiras e refrigerador.

Entre as formas de distribuição para concepção de uma “ilha”, encontram-se as cozinhas em “L” e em “U”.​​​​​​​


7 - Luz e ventilação


Uma boa iluminação e ventilação conferem conforto e praticidade à cozinha. A iluminação natural é indispensável: a janela deve ficar sobre a pia, entre os armários superiores e a bancada. Ela funcionará como um ponto de partida importante, mas, obviamente, sem substituir a concepção da luz artificial. Caso não haja incidência de raios solares sobre a bancada da pia, pode-se instalar uma lâmpada fluorescente direcionada sobre o local. A luz fria é indicada também para o teto, com vantagem de não emitir calor nem gerar sombras.

Para obter uma boa ventilação, o relacionamento entre portas e janelas é fundamental. Se arquitetura permitir, as saídas de ar devem estar constantemente viradas para o exterior da residência, impedindo o acúmulo de gordura nos ambientes vizinhos. Essa relação entre portas e janelas não pode comprometer as correntes de ar.


8 - Hidráulica


Um bom planejamento de uma cozinha começa sempre pelo projeto hidráulico, que deve ser obedecido à risca.

Se for instalada tubulação para água quente, deve-se preferir tubos e conexões de cobre devido à alta resistência do material. Registros e torneiras devem ser sempre de boa qualidade, minimizando a ocorrência de problemas posteriores como vazamentos, infiltrações, etc.

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O abastecimento inadequado de água pode comprometer todo o funcionamento hidráulico. A caixa d’água colocada no ponto mais alto da residência garante uma satisfatória pressão da água. Para assegurar maior eficiência, pode-se pressurizar com equipamentos específicos a distribuição de água dentro da casa.